sábado, 21 de novembro de 2009
Península de Tróia, 2004
Ao longo deste areal, por mais de dois quilómetros ao longo do rio Sado, se estendem os restos da cidade industrial romana ...
No Inverno adensa-se o nevoeiro, mas é forte o madrugar entre os vestígios semeados na areia e um frio que corta as mãos.
Fotografia (e seguintes): Esmeralda Gomes, arqueóloga que aí tanto trabalhou também a quem
faço um repto ... venha daí contar um pouco do que por ali viu e aprendeu! Pode usar este lugar de "arrumação de gavetas".
Aqui deixei o meu testemunho, bem como em: http://mulheresaoluar.blogspot.com/ Maio de 2009.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
No Espaço Vol em Serpa
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Em Marvão e a propósito das castanhas ...

Pode participar da Festa do Castanheiro - Feira da Castanha, de 14 a 15 de Novembro.
Aproveite e visite a fantástica vila medieval alcantilada de Marvão, para mim uma das mais bonitas de Portugal e conheça a cidade romana de Ammaia, junto a S. Salvador de Aramenha, e o seu centro interpretativo.
Páre junto à entrada monumental da cidade latina e olhe em seu redor.
Marvão espreita no alto e o Parque de S. Mamede abraça toda a região.
Para melhores informações: http://www.cm-marvao.pt/
Sobre a castanha e o dia de S. Martinho:
http://mulheresaoluar.blogspot.com/
Aproveite e visite a fantástica vila medieval alcantilada de Marvão, para mim uma das mais bonitas de Portugal e conheça a cidade romana de Ammaia, junto a S. Salvador de Aramenha, e o seu centro interpretativo.
Páre junto à entrada monumental da cidade latina e olhe em seu redor.
Marvão espreita no alto e o Parque de S. Mamede abraça toda a região.
Para melhores informações: http://www.cm-marvao.pt/
Sobre a castanha e o dia de S. Martinho:
http://mulheresaoluar.blogspot.com/
Fotografias gentilmente cedidas por Joaquim Carvalho
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Trans-ferir de Vitor Oliveira Jorge

Deixo aqui hoje a referência do Trans-ferir, do Professor Doutor Vitor Oliveira Jorge, que tive a sorte de conhecer como Professor de Mestrado na Universidade do Porto, por aquilo que de si deu e dá através da sua vasta obra e também com o seu blogue.
Fazendo o repto que, com ele, se passe aqui também a falar de «Paisagens de Barro e de Pedra», esses dois materiais que se moldam e se cinzelam até que se produza a marca humana no território.
Falaremos de sítios, de lugares e das sensações que nos deixaram os espaços, as topografias, as paisagens.
Dialogaremos sobre o Tempo que moldou o Homem e o Homem que moldou o Espaço.
Ele no Norte e eu, aqui, ao Sul, neste lugar.
Fotografia: Povoado Calcolítico de S. Vitória de Campo Maior
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Conhece o Novo Plano de Desenvolvimento Estratégico de Évora?
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sabia quem foi a primeira presidente de Câmara do Alentejo? A ela, Manuela Oliveira, um abraço.

Frontal na manifestação das ideias e recta na conduta, Manuela Oliveira nasceu no Minho, a 26 de Novembro de 1947, uma de dois irmãos.
Estava-lhe destinado ser professora primária, caminho bastante usual e sedutor entre classes menos abastadas, enquanto o seu irmão poderia frequentar a Universidade.
Com esforço e empenho seu e dos familiares, acabou por licenciar-se em Geografia, em Coimbra.
Trabalhou em Planeamento Regional e em temas relacionados com o Ordenamento do Território, tendo ido viver para Évora em 1977, onde reside por "opção e convicção" até hoje.
Em 1979, foi eleita a primeira Presidente de Câmara do Alentejo, em Portel, "terra da minha (sua) paixão", onde foi mandatada por duas vezes.
Regressada a Évora, trabalhou nos serviços urbanos, no planeamento municipal e desenvolvimento económico do concelho, nas relações internacionais, tendo sido responsável por várias equipas e fez uma pós-graduação na Universidade de Évora em questões ligadas à União Europeia.
Em 2001, aceita o desafio de gerir o Gabinete do Centro Histórico de Évora, Património da Humanidade, onde desempenhou um notável papel no incentivo aos estudos sobre o despovoamento do núcleo antigo; no inventário do tecido edificado, com destaque para os valores patrimoniais; no inventário do espaço público; no estudo sobre as necessidades em equipamentos; nos estudos sobre a evolução da cidade desde a fundação romana; na carta de sensibilidade arqueológica e no Plano de Gestão para o centro Histórico para os próximos 10 anos.
Reformou-se em Junho de 2009, continuando a entusiasmar-se pelas questões do Alentejo, nomeadamente do seu Património e partilhando a sua experiência em aulas que é convidada para dar em Universidades.
Daqui a abraço. Lhe desejo uma boa reforma e lhe faço um repto: que aqui ou noutro local partilhe connosco do quanto aprendeu e ensinou!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Em Arraiolos há castelos, igrejas, belas ruas estreitas e há tapetes e tinturarias ...
As tinturarias tingiram lãs em Arraiolos desde, pelo menos, a Época Moderna.
Centenas de tinas, escavadas na rocha mãe, comprovam como a produção já era quase "industrial".
Na Praça central de Arraiolos e debaixo das casas que a circundam escondem-se as tinas que guardavam dentro de si as cores tornadas imortais nos pontos de quem os tapetes sabe tecer.
Ao Luiz, porque sabe que com pontos se tecem histórias e se dão nós.
Para melhor conhecer os tapetes de Arraiolos ...
No dia 7 de Novembro, pelas 17:30h, no edifício Arraiolos - Multiusos, haverá lugar ao lançamento do livro "Contributos para a História dos Tapetes de Arraiolos" da autoria de Bruno Lopes.
Trata-se de uma co-edição entre a Apenas Livros e a Terramar e conta com o apoio da Câmara Municipal de Arraiolos, do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva e o Centro de Apoio às Tapeteiras de Arraiolos. O Prefácio ficou a cargo da Prof. Doutora Antónia Fialho Conde e da Prof. Doutora Ana Cardoso de Matos, docentes do Departamento de História da Universidade de Évora.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Se puder ir a Mértola .. (reed.)
Sinta o tempo que que parece não findar nas ruas de Mértola.
Não se sabe se ali é o Mediterrâneo que chega pelas mãos do Guadiana,
ou se para o mar se escoa o calor e os minérios do Levante, a partir do Pomarão.
Em Mértola, em cada viela, sussuram séculos de histórias.
Mundos de mundos que ali nunca deixaram de se sobrepor, de coexistir.
Não se sabe se ali é o Mediterrâneo que chega pelas mãos do Guadiana,
ou se para o mar se escoa o calor e os minérios do Levante, a partir do Pomarão.
Em Mértola, em cada viela, sussuram séculos de histórias.
Mundos de mundos que ali nunca deixaram de se sobrepor, de coexistir.
A Matriz, mesquita que também o foi, é branca, caiada, como o são as páginas brancas sobre as que se escreve uma história que ali não parece findar, onde Romanos, Visigodos, Muçulmanos, Cristãos deixaram marcas, rastos dos caminhos sulcados e das viagens feitas rio acima e abaixo.
Em Santo André pode conhecer melhor Alda Guerreiro

Sabia que a poetisa Alda Guerreiro nasceu em Santiago de Cacém, a 6 de Janeiro de 1878, e que desempenhou ali um papel fundamental na educação, tendo-se pautado por reconher a necessidade de formação das mulheres e do ensino popular?
Republicana convicta, desenvolveu uma actividade notável como escritora, jornalista e pedagoga a bem dos valores que defendia.
Em Santo André, no Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro, pode ver uma exposição sobre esta mulher, cujo pensamento marcou o Litoral Alentejano, e que foi coordenada pelo Doutor João Madeira.
Republicana convicta, desenvolveu uma actividade notável como escritora, jornalista e pedagoga a bem dos valores que defendia.
Em Santo André, no Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro, pode ver uma exposição sobre esta mulher, cujo pensamento marcou o Litoral Alentejano, e que foi coordenada pelo Doutor João Madeira.
Imagem: http://www.cap-alda-guerreiro.rcts.pt/
Ver: http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/ARegiao/PersonalidadesRegionais/Paginas/AldaGuerreiroMachado.aspx
Ver: http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/ARegiao/PersonalidadesRegionais/Paginas/AldaGuerreiroMachado.aspx
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Monsaraz - Reconstruir a Memória, Ana Paula Amendoeira
Na Casa do Alentejo
Lançamento no dia 24 de Outubro, às 15h 30m
Lançamento no dia 24 de Outubro, às 15h 30m
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora
Conhece as actividades do Centro Histerdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora?
Vale a pena conhecer.
Consulte:
http://www.cidehus.uevora.pt
Vale a pena conhecer.
Consulte:
http://www.cidehus.uevora.pt
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Em Santana do Campo, Arraiolos ...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Três cadeiras no Alentejo
Aprestos, e deusas, de Atavio
O culto em cima é de perfil
Porém, Todavia e Contudo. Um
Pouco de barro na noite, fria
Como se chama? Diz que escondido
No meio das mulheres, o deus
Da Empresa. à força de uns períodos
Castelos protegidos de antigas
Batalhas servem agora p'ra mudar o penso
E por Espanha três cadeiras no deixa.
Gil de Carvalho
"De Quatro e Cinco", Poemário 2009
O culto em cima é de perfil
Porém, Todavia e Contudo. Um
Pouco de barro na noite, fria
Como se chama? Diz que escondido
No meio das mulheres, o deus
Da Empresa. à força de uns períodos
Castelos protegidos de antigas
Batalhas servem agora p'ra mudar o penso
E por Espanha três cadeiras no deixa.
Gil de Carvalho
"De Quatro e Cinco", Poemário 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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