terça-feira, 18 de agosto de 2009

Igreja de Nossa Senhora da Represa, Cuba


Junto à represa romana, talvez sagrando a lembrança da água aproveitada ba Barragem de origem romana, se construiu a ermida de Nossa Senhora da Represa.

Local de romania, porque conhecidos eram os milagres de S. Caetano, só mais tardiamente passou a ter devoção à Virgem.

Recuperada, tal como a Matriz de Vila Alva e de Vila Ruiva, faz parte de um valioso património religioso do Concelho de Cuba.

Para a sua recuperação contribuiu uma candidatura aprovada ao Programa Operacional da Cultura, que incluía, no concelho de Cuba, também as Igrejas de Vila Alva e Vila Ruiva.

Que futuro há para estes lugares?

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Longo é o caminhar ... mas encontra-se sempre o que muito desejamos encontrar!



Amanhã voltarei à capela de S. Brás: agradecer ao Céu ter conhecido este lugar.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Ponte de Alcântara, Elvas




Um dia contarei a história de uma recuperação; do rio que não se sabe se é só nacional ou se ainda o divide ao meio uma guerra entre Espanhóis e Portugueses.

De um narciso que sobre o tabuleiro da ponte se expande, mas em vias de extinção, dificultando qualquer reabilitação.

De projectos de reconstrução ou apenas de conservação.

Voltarei a esta ponte.

Sim, um dia contarei a história de negociaçãoes diplomáticas à volta da "valorização" de um imóvel que, para mim, estaria bem assim ... entregue à nostalgia de um tempo que não se recuperará.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Évoramonte




Não tarda subirei as escadas da tua Torre do Paço Ducal, onde as cordas manuelinas se transformaram em laços ...

Esta torre manuelina, edificada no interior do recinto do castelo medieval, ao que parece de traço dos Arquitectos Diogo e Francisco de Arruda, corresponde a uma nova fase construtiva de Évoramonte, quando D. Manuel concede Foral (Novo) à vila.

O local foi conquistado pelos Cristãos, eventualmente sob comando de Geraldo sem Pavor, em 1160, e aí é construído um castelo de feição medieval que, ao longo do tempo, assitiu a inúmeras remodelações, a exemplo das executadas ao tempo de D. Dinis e às coevas da edificação da Torre, entre tantas outras.

Sobre esta torre vale a pena ler a obra de Paulo Pereira e ainda, para um público mais infantil, ajudar a conhecer a Torre e castelo através das páginas da «Andorinha Filó».

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Em Serpa, no Espaço Vol



Assista à apresentação do filme de Eduardo Escorel, «35 - O Assalto ao Poder».



E que bem que se está no Espaço Vol também pela manhã a tomar um café!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Porta do Sol, Igreja Matriz de Santiago do Cacém

Plano Director Municipal de Santiago do Cacém
Consulta Pública de Revisão
Património e Cultura
Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, Santiago do Cacém
dia 2 de Junho, 21h

Se quiser conhecer melhor Miróbriga e o território de Santiago do Cacém

http://ligadeamigosmirobriga.blogspot.com/



A Liga de Amigos de Miróbriga disponibilizou a bibliografia geral respeitante ao Sítio

Ainda a propósito de Santiago do Cacém, Gentil Cesário



A propósito de um texto que aqui foi editado sobre Santiago do Cacém, o meu amigo Gentil Cesário resolver fazer uma "achega" que, por vir na continuidade desse trabalho e, claro está, dos inúmeros estudos que ele tem feito sobre a região, aqui apresento, agradecendo-lhe a nota.

Cruz sobre a Porta do Castelo de Santiago do Cacém

Sobre a actual Porta do Castelo de Santiago do Cacém encontram-se duas pedras que encerram elementos heráldicos de posse e governo do Castelo e do território. Trata-se, na primeira pedra, de uma cruz florenciada, com cinco vieiras dispostas sobre as extremidades e centro da mesma, e de um espadim, o formato da cruz tradicional da Ordem de Santiago. Na pedra ao lado está um escudo de cavaleiro, sem elmo ou outro emblema, com as cinco quinas de Portugal dispostas no seu campo. O primeiro destes símbolos, a cruz florenciada, que por isso se assemelha muito à cruz da Ordem de Avis, foi equivocamente interpretada como sendo o símbolo dessa ordem militar pelo Padre António de Macedo e Silva, na sua obra Annaes do Municipio de Sant’Iago de Cacem (1869), Lisboa, Imprensa Nacional. Nesta, na página 74, o autor escreveu: “Ainda n’esta[1] se vê uma porta para a parte da villa[2]; a outra foi demolida, com um grande lanço da barbacan, no anno acima mencionado[3]. N’esta estava da parte direita o habito de Sant’Iago conchado; no meio o escudo das armas portuguezas, sobresaidas as quatro pontas da cruz de Aviz, como se usou no tempo de D. João I, e da parte esquerda um escudo com seis fachas, tres ao comprido e tres ao largo. Na porta da muralha se vê por cima do arco, á direita, a insignia de Aviz, no meio a de Sant’Iago, e á esquerda o escudo de Portugal, somente com as cinco quinas”. Em nota de rodapé o autor atribui a existência das insígnias da Ordem de Avis num castelo da Ordem de Santiago, com a participação santiaguense na Guerra de 1383-1385, em que a vila foi invadida por forças ligadas ao rei de Castela e reconquistada por D. Nuno Álvares Pereira em nome do mestre de Avis, D. João, eleito em 1385, em Coimbra, rei de Portugal. Por outro lado, Fernão Lopes, na sua Crónica do Rei D. João I, diz-nos que Santiago do Cacém foi uma das vilas que “deram voz” pelo mestre de Avis em 1383, o que não admira pois o mestre da Ordem de Santiago era amigo do mestre de Avis e esteve, desde o primeiro momento, ao lado de D. João. No entanto, continua a parecer muito estranho que a Ordem de Santiago colocasse o símbolo de outra Ordem num dos seus castelos e, por mais importante ou leal que tenha sido o papel de Santiago do Cacém na Guerra de 1383-1385, isso não significa que o novo rei impusesse, e Ordem de Santiago aceitasse, as insígnias da Ordem de Avis sobre a porta de um dos seus castelos. Mais lógico parece ser a colocação do escudo do novo rei sobre a porta principal da barbaçã, como nos diz o autor demolida em finais do século XVIII, pois, apesar das pontas da cruz de Avis sobressaídas, estas eram as novas armas do país e faziam a ligação com os eventos da Guerra de 1383-1385. Resta explicar o que faz uma cruz que não se parece com a cruz de Santiago sobre a porta do Castelo de Santiago do Cacém. A resposta pode estar num olhar atento sobre a própria cruz, pois esta possui cinco vieiras, e as vieiras eram um dos símbolos de Santiago e da Ordem. Logo esta cruz, embora não tenha o formato convencional de um espadim, pode estar ligada à Ordem de Santiago. No Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, encontram-se algumas da tábuas do Retábulo da Vida e da Ordem de Santiago, atribuído ao Mestre da Lourinhã e encomendado nos inícios do século XVI, pelo mestre D. Jorge de Lencastre, para a Capela-Mor da Igreja do Convento de Palmela. Numa destas tábuas, intitulada “Entrega da bandeira da Ordem ao Mestre D. Pedro Fernandes”, vê-se um personagem com tripla coroa, o Papa, entregando a um cavaleiro ajoelhado uma bandeira, em cujo centro está uma cruz florenciada (como a de Avis), tendo cinco vieiras distribuías pelas extremidades e centro. Esta evidência iconográfica explica a cruz sobre a porta do Castelo, que aliás se repete no interior da Igreja Matriz de Santiago do Cacém, nos brasões que decoram algumas das colunas – a mesma cruz florenciada carregada com as vieiras.O Dr. Carlos Sobral (que me chamou a atenção para esta cruz), no seu livro Património Edificado de Santiago do Cacém (Breve Inventário) – (2001), ed. Colibri e CMSC, faz uma descrição mais correcta das armas sobre a porta do Castelo: “A particularidade destas últimas marcas de posse encontra-se na disposição num único suporte calcário, não da cruz da Ordem de Avis – como interpretou Silva -, mas na cruz da bandeira da Ordem de Santiago (peça Heráldica conchada ao centro e nos quatro braços), seguida da cruz espatária, em paralelo com as cinco quinas de Portugal, dispostas no campo de um escudo de cavaleiro (e já orientadas pela nova reforma heráldica de 1485) ”. A partir das palavras iniciais de António de Macedo e Silva, desde meados do século XIX, vários outros investigadores identificaram esta cruz com a Ordem de Avis, relacionando-a com o papel desempenhado por Santiago do Cacém em 1383-1385. Embora não estivessem completamente enganados pois existira, junto à porta da barbacã desaparecida em 1796, um brasão do rei D. João I, com as pontas da cruz florenciada de Avis aparentes sob ele. No entanto, a cruz que hoje está sobre a porta do Castelo parece ser, com as evidências iconográficas dadas pelo painel do Retábulo de Palmela, a cruz da bandeira da Ordem, que deveria figurar no seu estandarte e que aparece repetida na iconografia do interior da própria Igreja Matriz de Santiago do Cacém. Gentil José Cesário

[1] A barbacã do Castelo[2] A actual Porta da Vila (por ficar próximo da torre com o mesmo nome), que dá acesso à Tapada dos Condes de Avillez.[3] 1796
Fotografias 2 e 3: José Matias

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vá ouvir falar de Arqueologia em Alcácer do Sal

Comissão de Honra

Ministro da Cultura ou Secretário de Estado da Cultura
(a definir)

Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal
Arq. Pedro Manuel Igrejas da Cunha Paredes

Vereadora do Pelouro da Cultura
Dra. Isabel Vicente

Presidente do IGESPAR
Dr. Elísio Summavielle

Director da DRCALEN
Dr. José António Cabrita do Nascimento

Reitor da Universidade de Coimbra
Professor Doutor Fernando Seabra Santos

Reitor da Universidade de Lisboa
Professor Doutor António Sampaio da Nova

Comissão Científica


José d’Encarnação
CEAUCP – Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto

Vasco Gil Mantas
CECH-FLUC - Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da F. L. da Universidade de Coimbra

Carlos Fabião
UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa

Ana Arruda
UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa

João Inêz Vaz
CEAUCP- Universidade de Coimbra

Maria Teresa Lopes Pereira
Investigadora – Instituto de Estudos Medievais da Universidade de Lisboa

Sexta –Feira, 22 de Maio de 2009

10.00 – Entrega de documentação
11.00 - Sessão de Abertura do Encontro

13.00 – 15.00 – Pausa para almoço

15.00 - Conferência de abertura
Alcácer do Sal no contexto da Idade do Ferro do Sudoeste peninsular.
Ana Arruda (Arqueóloga, UNIARQ – C. A. , U. Lisboa)
15.30 - Proposta de protecção e valorização dos Concheiros Mesolíticos do Vale do Sado.
José Morais Arnaud (Arqueólogo - Associação dos Arqueólogos Portugueses)
15.50 - O Mito de Ganimedes / Átis – As estatuetas de terracota de Alcácer do Sal.
Esmeralda Gomes (Arqueóloga, D.R.C. Alen.)

15.50 – 16.05 – Pausa para café

16.05 - Contributos para o conhecimento da Idade do Ferro de Alcácer do Sal: os dados da Travessa do Rato
Ana M. Arruda (Arqueóloga, UNIARQ – C.A. da U.Lisboa); Marisol Ferreira (Arqueóloga, C.M. Alcácer do Sal); Elisa de Sousa (Arqueóloga, UNIARQ – C.A., U. Lisboa); António Carvalho (Arqueólogo, C.M. Alcácer do Sal); Pedro Lourenço (Arqueólogo, UNIARQ–C.A.; U. Lisboa); Joana Lima (Estudante de Arqueologia, UNIARQ – C.A;U.Lisboa)
.
16. 25 – Os espaços fronteiros aos monumentos megalíticos. Formas, arquitecturas
e monumentos.
Luís Filipe Coutinho (Arqueólogo); Pedro Sobral (Arqueólogo)
16.45 - O Fosso do Almaraz: Estudo de alguns materiais.
Luísa Batalha (Arqueóloga) ; Luís Barros (Arqueólogo)
17. 05 - As Armas da Idade do Ferro no sítio arqueológico do Castelo de Castro Marim.
Teresa Rita Pereira (Arqueóloga)
17.25 – S. Cucufate (Vidigueira): projecto de valorização.
Rafael Alfenim (Arqueólogo, DRC do Alentejo)
17.45 – Algumas questões da Lusitânia pré-romana.
João Inêz Vaz (Arqeólogo;
18.05 - Retrato de Cláudio e o retrato privado feminino do Museu Pedro Nunes – Alcácer do Sal.
Luís Jorge Gonçalves (Investigador, U.Lisboa – Belas Artes)

18.25 às 19.00 - Debate

21.30 – “Cravo e Lírio” – Grupo de Teatro Lume (Brasil)Sábado, 23 de Maio de 2009

Sábado – 23 de Maio

9.30 - Conferência de abertura
Salacia Imperatoria Urbs.
José d’Encarnação (Arqueólogo, CEAUCP – U.Coimbra)
10.00 – Notas sobre os Cornelii Bocchi.
A.M. Dias Diogo (Arqueólogo); Laura Trindade (Arqueóloga)
10.20 – Cilpes/Cilpis/Xilb? – Para uma discussão antiga um novo contributo: a inscrição evocativa do templo de Neptuno
José d’Encarnação (Arqueólogo, CEAUCP – U.Coimbra); Maria José Gonçalves (Arqueóloga, C.M. Silves)
10.40 - O tesouro de Porto Carro e a economia salaciense de finais do século III-inícios do IV. José Ruivo (Investigador do CECH-FUC)

11.00-11-15 - Pausa para café

11.15 – Quadrante solar romano da Villa romana de Santa Catarina de Sítimos
Guilherme Cardoso (Arqueólogo, A.D. de Lisboa); Vasco Melo (Investigador); †João Carlos Faria
11.35 - Capitéis de Alcácer do Sal: sobre a decoração arquitectónica de época romana.
Lídia Marques Fernandes (Arqueóloga, C.M. Lisboa)
11.55 – Opera musiva: Técnica tesselari e icnografica
Teresa Caetano (Arqueóloga)
12.15 – Proposta de criação percurso: A bacia fluvial do Sado, essa grande via, de Tróia a Alvalade do Sado.
Maria Filomena Barata (Arqueóloga, Igespar Lisboa)
12-25 – A basílica do Monte do Roxo, Alvalade do Sado, Santiago do Cacém, dados recentes. Contributo para o estudo dos edifícios paleocristãos do antigo Conuentus Pacensis
Jorge Feio (Arqueólogo)

12.45-13.15 - Debate
13.15- 15.00 – Pausa para Almoço

15.00 – Conferência de Abertura
A queda de Roma não foi o fim da Civilização. Permanências e continuidades da romanidade no estuário do Sado.
Carlos Fabião (Arqueólogo, UNIARQ–C.A.; U. Lisboa);
15.30 – Atlântico e Mediterrâneo nos portos romanos do Sado.
Vasco Gil Mantas (Arqueólogo, CECH-FLUC – C.E.C H.F. Letras da U. de Coimbra)
15.50 – Espólio da encosta do Lado Ocidental do Castelo de Alcácer do Sal: Terra Sigillata decorada, lisa e marcas de oleiro.
Eurico Sepúlveda (Arqueólogo, A. C. de Cascais); Vanessa S. Mata (Arqueóloga); Marisol Ferreira (Arqueóloga C.M. Alcácer do Sal).
16.10 – Lucernas romanas de Alcácer do Sal: Análise comparativa entre dois contextos.
Carlos Pereira (UNIARQ- C.A.F.L.U. de Lisboa)
16.30 – A Terra Sigillata de Alcácer do Sal: aproximação aos seus padrões de consumo.
Catarina Viegas (Arqueóloga, UNIARQ – C.A.U.Lisboa)

16.50 - 17.10 – Pausa para café

17.10 - Garum e Salsamenta: o negócio do peixe na Lusitânia romana.
João Pedro Bernardes (Arqueólogo, U. do Algarve)
17.30 - João Pimenta (Arqueólogo, C.M. V.F. de Xira); Eurico Sepúlveda (Arqueólogo, A. C. de Cascais)
Acerca da dinâmica económica do porto de Urbs Imperatoria Salacia: o estudo das ânforas.
17.50 - Ânforas romanas encontradas na cidade de Alcácer do Sal.
A.M. Dias Diogo (Arqueólogo); Marisol A. Ferreira (Arqueóloga, C.M.A.S.)
18.10 - Aspectos da monumentalidade da cidade de Pax Iulia.
Conceição Lopes (Arqueóloga, CEAUCP – U. de Coimbra)
18.30 - Villa romana do Monte da Chaminé (Ferreira do Alentejo) - Novos Dados.
Clementino Amaro (Arqueólogo); Eurico Sepúlveda (Arqueólogo, A. C. de Cascais); Sara Ramos (Arqueóloga)
18.50 - Elementos para a datação de estruturas do povoado romano de Tróia, Setúbal.
A.M. Dias Diogo (Arqueólogo); António C. Paixão (Arqueólogo); Esmeralda Gomes (Arqueóloga, D.R.C. do Alentejo)

19.10 – 19.30 – Debate

21.00 - Visita à Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal e exposição

22.00 – “D€samor€s” – Teatro do Rio (Alcácer do Sal)

Domingo, 24 de Maio de 2009

9.30 - Conferência de Abertura
Da sede mestral da Ordem de Santiago em Alcácer à construção do Convento de Ara Caeli (séculos XIII a XVI).
Maria Teresa Pereira (Investigadora, Inst. Estudos Medievais da UNL)
10.00 - As cerâmicas das primeiras fases da ocupação islâmica de Alcácer do Sal. Uma abordagem inicial.
Severino Rodrigues (Arqueólogo, C.M. de Cascais); Ana Catarina Cabrita (Arqueóloga)
10.20 - Qasr Al-Fath/ - Alcácer do Sal em Contexto Waziri (1191-1217).
António Carvalho - Arqueólogo, C. M. Alcácer do Sal
10.40 – A cultura islâmica no desenho urbano da Alcácer do Sal medieval.
Mafalda Teixeira de Sampayo - Investigadora, Fundação ISCTE
11.00 - O povoamento rural Alto Medieval de Messines (Sines).
Luís Miguel Cabrita - Arqueólogo da C. M. de Silves

11.00 -11-15 - Pausa para café

11.15 – O Paço dos Lobos da Gama (Évora): Evolução de um espaço urbano da época.
Gonçalo Lopes - Arqueólogo ; Conceição Roque - Arqueóloga
11.35 – Abstract. A Utopia do Rigor : Ética na reconstrução histórica em arqueologia.
Guida Casela - lustradora de Arqueologia
11. 55 – Notáveis de Alcácer do Sal (sécs. XVI-XVIII), a partir das Memórias Paroquiais de 1758.
Isabel Alves Moreira (Investigadora, do G.E.H. e Património)
12. 15 – Casa do Corpo Santo – 1531 a 1714. Arqueologia, conservação e musealização.
Luís Neto (Arqueólogo da C. M. de Setúbal); Patrícia Coelho (Técnica de Património da Prima Folia); José Minderico (Arquitecto C. M. de Setúbal)
12.35 - Uma presença orientalizante no Alentejo litoral: D. Vataça Lascaris. Origens e descendências.
António Rei (Investigador, Inst. Estudos Medievais da UNL)
12.55 - Moinho de Àgua da Ponte - Torrão: Marcas de uma Identidade.
Micaela Casaca (Investigadora, M.M. de Montijo)

13.15- 15.00 – Pausa para almoço

15.00 - Conferência de Abertura
Acácer do Sal nas movimentações militares do exército napoleónico no Alentejo em 1807-1808: Análise dos relatos do tenente -general Thiébault.
Luís Assis (investigador, C.E.H.F.C. Universidade de Évora)
15.30 - O significado dos negros do Sado. Ontem e hoje.
Luís Neto (Arqueólogo, C. M. de Setúbal) ; Cristina Neto (Investigadora, Prima Folia)
15.50 - A ilha de pretos": análise da fecundidade e da ilegitimidade na freguesia de São Romão do Sádão entre 1679-1728.
Maria Raquel R. Gomes (Socióloga, C.M. Alcácer doSal)
16.05 – A Associação do registo Civil na Província. Alcácer do Sal.
Luís Miguel Pereira (investigador)
16.25 - Castelo de Sesimbra: Da Arqueologia à Valorização.
Luís Filipe Pinhal Ferreira (Arqueólogo, C.M. Sesimbra)

16.45-17.00 – Pausa para café

17.00 – A Ordem de Santiago e a Comenda de Grândola - Dos primórdios aos finais do século XVI.
Germesindo Silva (Investigador, C.M. Grândola)
17.20 - A linha fortificada de Sesimbra: Alguns contributos para o estudo da sua evolução histórica.
Andreia Filipa Conceição (Arqueóloga, C.M de Sesimbra)
17.40 - Luis Alves Serrano: Antevisão biográfica a partir do seu testamento.Contributo para o estudo da elite grandolense (Séc. XIX-XX).
Idálio Nunes (investigador, C. M. Grândola)
18.00 - O naufrágio do navio da VOC Schoonhoven na costa de Melides, Grândola (1626).
Paulo Alexandre Monteiro (investigador)

18.20 - 19.00 – Debate

19.00 – Sessão de Encerramento

22.00 – “D€samor€s” – Teatro do Rio (Alcácer do Sal)

Está prevista a publicação das
Actas em suporte de papel e digital

domingo, 19 de abril de 2009

Ler a Paisagem




Conheça Sines pelas mãos dos seus escritores. E, de livro na mão, «Ler a Paisagem - um passeio por Sines, guiado pelos seus escritores», vá até ao Litoral Alentejano.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Urbanismo de Santo André


A Ordem dos Arquitectos-Secção Regional Sul organiza um seminário e uma visita guiada sobre o urbanismo de Santo André, a 18 de Abril.

O seminário (9h-13h) tem lugar nas instalações do Instituto Piaget de Santo André e prevê conferências de:

Guilherme Câncio Martins (10h – O complexo portuário industrial de Sines)

Francisco Silva Dias (10h45 – O plano de urbanização)

Luís Vassalo Rosa (11h45 – Terceira fase do plano), com moderação de Michel Toussaint.


Ás 15h30 inicia-se uma visita guiada a Vila Nova de Santo André pelos arquitectos Francisco Silva Dias e Michel Toussaint. A iniciativa pretende debater um «exemplo com relevância no urbanismo português dos anos 70 do século XX», a intervenção arquitectónica e urbanística com papel decisivo em Santo André. No centro do debate estão o desenvolvimento urbano da vila, os conceitos fundamentais que contribuíram para o seu crescimento e a troca de ideias entre profissionais de áreas diferentes que influenciam o urbanismo. O Conselho Regional de Admissão deliberou atribuir um crédito à participação no seminário e um crédito à participação na visita guiada para efeitos de formação obrigatória em temáticas opcionais

Segue-se o programa do próximo dia 18 de Abril «Santo André – Uma cidade para a Indústria»

9h - Recepção Participantes

9,30h - Abertura Sessão Arquitecto José Manuel Rodrigues, Ordem dos Arquitectos-Secção Regional Sul e Victor Proença, presidente da Câmara de Santiago do Cacém

10h – Arquitecto Guilherme Câncio Martins - O Complexo Portuário Industrial de Sines

10h45 – Arquitecto Francisco Silva Dias - O Plano de Urbanização

11h30 – Pausa para café

11h45 – Arquitecto Luís Vassalo Rosa - A terceira fase do plano. Moderador – Arquitecto Michel Toussaint

Convidados - Núcleo do Litoral Alentejano, Administração do Porto de Sines e Junta de Freguesia de Santo de André

Local: Conferência no Instituto Piaget de Santo André e visita a Vila Nova de Santo André Instituto Piaget de Santo André (ao lado do Hotel Vila Parque) - Campus Universitário de Santo André, Apartado 38 Tel. 269 708 710

quinta-feira, 16 de abril de 2009

E em Estremoz ....


EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL EM ESPAÇO URBANO



A Câmara Municipal de Estremoz, através do Museu Municipal, inaugurou no dia 11 de Abril, a exposição em espaço urbano “Arte ao Vento”, que resulta de uma parceria entre o Ayuntamiento de Gata de Gorgos (Comunidade Valenciana – Espanha), e os municípios de Estremoz, Azambuja e Macedo de Cavaleiros.
Pelo Centro Histórico de Estremoz, nomeadamente no Largo D. Dinis, Rossio Marquês de Pombal, Largo Luís de Camões e Rua 5 de Outubro, estão expostas diariamente, nas sacadas de imóveis particulares e instituições, cerca de 100 telas de algodão, de artistas internacionais, num reviver da velha tradição mediterrânica europeia de colocar colchas à janela em dias de festa.
Para o sucesso da iniciativa, o Município de Estremoz, conta com o entusiasmo e adesão dos cidadãos proprietários dos imóveis seleccionados para a exposição das telas, que todos os dias colocam e retiram as obras que ficam à sua guarda, até ao dia 3 de Maio.
A Câmara Municipal de Estremoz, com esta iniciativa, continua a demonstrar o seu empenho na promoção da cidade e das artes plásticas, sendo neste momento uma cidade conhecida nos meios universitários e artísticos, como pólo imprescindível para os artistas que queiram expor os seus trabalhos a Sul do Tejo.



O Gabinete de Imprensa
imprensa@cm-estremoz.pt
Nota de imprensa Nº 403
14 de Abril de 2009

Em Serpa pode ouvir Jazzzzzzzzzzzzzzz