
- Hoje, rregressada a casa; pensei:
Évora, efectivamente, é bela.
Como sempre reencontrei-a bela.
Como sempre reencontrei-a bela.
Évora é a cidade onde nasceu a minha filha.
No subsolo de Évora pontua Roma e ainda há resíduos da altivez do seu império, que, ali, ao contrário de outros lugares, não parece ter encontrado o confronto de anteriores povoadores, ou pelo menos deles ainda não se reconhecem vestígios.
Na sua superfície ainda se sente também que ali esteve sediada a Inquisição e a realeza, com os conventos e mosteiros que sempre se implantaram em torno da corte, enormes, impositivos e que relembram os alimentos reais: o mosteiro do Espinheiro, de S. Bento de Castris e outros tantos mais.

E também aí vivem, infelizmente, alguns seres cuja arqueologia de um saber aparentemente global tornou distantes, frios e quase brutais: numa verdade "total"; numa palavra firme, de que, nos corredores do Palácio da Inquisição, ainda ressoa o eco.
Mas também sobrevive a memória da sossegada clausura, do silêncio de monges Cartuxos, que outrora ocuparam aquele espaço.
No subsolo de Évora pontua Roma e ainda há resíduos da altivez do seu império, que, ali, ao contrário de outros lugares, não parece ter encontrado o confronto de anteriores povoadores, ou pelo menos deles ainda não se reconhecem vestígios.
Na sua superfície ainda se sente também que ali esteve sediada a Inquisição e a realeza, com os conventos e mosteiros que sempre se implantaram em torno da corte, enormes, impositivos e que relembram os alimentos reais: o mosteiro do Espinheiro, de S. Bento de Castris e outros tantos mais.
E também aí vivem, infelizmente, alguns seres cuja arqueologia de um saber aparentemente global tornou distantes, frios e quase brutais: numa verdade "total"; numa palavra firme, de que, nos corredores do Palácio da Inquisição, ainda ressoa o eco.
Mas também sobrevive a memória da sossegada clausura, do silêncio de monges Cartuxos, que outrora ocuparam aquele espaço.
Reduto dos dias sem fim, sem palavra.
Nas hortas encontram o sossego que oferece a crença no Além.
O circuito que aqui vos proponho hoje é relativamente pequeno. Foi o possível, neste reencontro de três dias com as pessoas e os lugares.




Em primeiro lugar, propus-me revisitar a Sé. Construída com a edificação da nacionalidade, com transformações um século depois, ao reinado de D. Afonso III, deve ter no seu subsolo uma Igreja Visigótica e uma Mesquita.
A edificação espelha o gosto da época, românica, como se fosse uma fortaleza medieval, e também já gótica, pois a demora das obras a fizeram adaptar às novas linguagens arquitectónicas.

Propus-me ainda regressar ao Palácio de Vimioso, onde não consegui entrar. Foi ali que tive a sorte de poder leccionar dois anos, pois, no local, funcionava o Departamento de História da Universidade de Évora.
Nas hortas encontram o sossego que oferece a crença no Além.
O circuito que aqui vos proponho hoje é relativamente pequeno. Foi o possível, neste reencontro de três dias com as pessoas e os lugares.


Em primeiro lugar, propus-me revisitar a Sé. Construída com a edificação da nacionalidade, com transformações um século depois, ao reinado de D. Afonso III, deve ter no seu subsolo uma Igreja Visigótica e uma Mesquita.
A edificação espelha o gosto da época, românica, como se fosse uma fortaleza medieval, e também já gótica, pois a demora das obras a fizeram adaptar às novas linguagens arquitectónicas.
Propus-me ainda regressar ao Palácio de Vimioso, onde não consegui entrar. Foi ali que tive a sorte de poder leccionar dois anos, pois, no local, funcionava o Departamento de História da Universidade de Évora.
Fui ainda relembrar as fachadas da Casa do Inquisidor, do Palácio da Inquisição, e visitar o Jardim das Casas Pintadas, hoje aberto ao público, integrado na Fundação Eugénio de Almeida, mas que datando do século XVI é um notável exemplo da pintura mural palaciana dessa centúria (http://dianafm.com e http://www.evora.pte) e rever ainda aquele extraordinário Templo Romano dedicado ao culto imperial, que até como açougue foi utilizado e onde, em alguns silhares, se pode ver a marcação feita para a sua edificação, usando certamente um gromma como tão bem os latinos sabiam manipular, o Jardim de Diana, a Casa Cadaval – "com a Torre das Cinco Quintas, parte integrante do castelo medieval" -, a Igreja dos Lóios, a Biblioteca Pública, e a Torre de Sertório.


A partir da viela traseira, na Travessa da Alcárcova de Cima, ainda melhor pode observar a Cerca Velha que Évora viu aparecer, contraindo-se a cidade, pois assistia à decadência do Império.
Mas ainda ali, caminhando pela manhã, passos dados no encalço das "Casas Pintadas", fui rvisitar os pátios de Évora que ecoam canções do Levante, quiçá a Sevilha do eterno cante.
Fui revisitar ainda a Casa da Rua de Burgos, de onde algumas saudades guardo, pois ali quase uma década trabalhei.
No interior da casa, pode ver-se desde vestígios da Época romana, a exemplo do troço da muralha tardo-romana e dos belíssimos frescos das casas que lhe estavam adossadas, e ainda vestígios de época medieval e moderna, sobre os quais se edificou o Palácio.
A partir da viela traseira, na Travessa da Alcárcova de Cima, ainda melhor pode observar a Cerca Velha que Évora viu aparecer, contraindo-se a cidade, pois assistia à decadência do Império.
Mas ainda ali, caminhando pela manhã, passos dados no encalço das "Casas Pintadas", fui rvisitar os pátios de Évora que ecoam canções do Levante, quiçá a Sevilha do eterno cante.
Embora não tendo podido revisitá-lo, é sabido que o Palácio dos Condes de Basto, datado do século XVI, de influência italianizante, assume um certo pioneirismo no nosso território, no que respeita à pintura de índole alegórico-mitológica, devendo-se a Francisco de Campos, que assinou e datou, de 1578, uma das pinturas murais, bem como aos seus continuadores .
E continuei, caminhando até à Travessa do Sertório, onde a Renascença se apresenta ao virar de cada esquina.
A Igreja da Graça, actualmente fechada ao público, para obras de conservação, marca o auge da Renascença, em Évora.
É tão bela, na sua singeleza equilibrada.
Não consegui revisitar o edifício da Câmara Municipal de Évora e os belíssimos vestígios dos balneários romanos aí encontrados.
Mas olhei o templo imperial, com tempo, o tempo todo que pude. Imaginei os espelhos de água que existiam em seu redor, o garante da Salus que zelava por Roma e todos os seus lugares.
Fui ao Museu de Évora, ali tão perto do templo e do Convento dos Lóios, também conhecido como Convento de São João Evangelista, que o século XVI viu edificar sobre o castelo que ali existira. Nesse conjunto com um claustro de dois pisos, marcado o inferior pelo gótico-manuelino e o superior anunciando a Renascença, residem hoje passageiros e passeantes que em Évora podem gozar da Pousada, passeando-se por entre paredes pintadas e revestimentos azulejares.
Mas olhei o templo imperial, com tempo, o tempo todo que pude. Imaginei os espelhos de água que existiam em seu redor, o garante da Salus que zelava por Roma e todos os seus lugares.
Fui ao Museu de Évora, ali tão perto do templo e do Convento dos Lóios, também conhecido como Convento de São João Evangelista, que o século XVI viu edificar sobre o castelo que ali existira. Nesse conjunto com um claustro de dois pisos, marcado o inferior pelo gótico-manuelino e o superior anunciando a Renascença, residem hoje passageiros e passeantes que em Évora podem gozar da Pousada, passeando-se por entre paredes pintadas e revestimentos azulejares.
Não consegui regressar ao Palácio
dos Condes de Basto, datado do século XVI, de influência italianizante, que tornará Évora pioneira, no que se refere à representação de figuras mitológicas.
Não pude entrar na Biblioteca, o tempo era tão pouco para riqueza tamanha. Mas lembrei o pioneirismo de Évora, nos alvores do Humanismo, que nos deu figuras marcantes como André de Resende e Francisco de Holanda (1517/18 - 1584/85), que se fixara com o seu pai, em Évora.
Recordei, também, que, na Biblioteca de Évora, a primeira biblioteca pública em Portugal, que deve a sua existência a Frei Manuel do Cenáculo, existia o único exemplar
conhecido em Portugal (edição de Lisboa,1542, por Luís Rodriguez) da obra “Medidas del
Romano” (entenda-se: Romano: Vitrúvio).
O Museu de Évora apresenta as suas coleções permanentes de Arqueologia, cujo núcleo original é constituído por um conjunto de “antiguidades” recolhidas no Sul do país por Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), nomeado Bispo de Beja em 1777 e indigitado Arcebispo de Évora em 1802, conhecido também como o "primeiro arqueólogo português".
Em pleno Século XX, os materiais colecionados por Cenáculo foram incorporados no Museu de Évora, entretanto instalado no antigo Paço Episcopal, juntando-se então às recolhas locais de estatuária e lapidária devidas a estudiosos como André de Resende, Cunha Rivara, Filipe Simões ou Gabriel Pereira, hoje parcialmente expostas nas galerias do Claustro. A presente área expositiva - instalada em espaço subterrâneo ganho na recente remodelação, que completa a apresentação pública das coleções arqueológicas do Museu. Destacamos a presença nesta exposição de materiais resultantes das escavações dos anos 60 na Anta Grande do Zambujeiro (Évora) e no Castelo da Lousa (Mourão), ou dos anos 80 na Necrópole das Casas (Redondo), acabam por ser exceções valiosas, a que se soma a fantástica estátua romana em bronze, descoberta em São Manços nos anos 70 por trabalhadores agrícolas da Reforma Agrária.
Foto: Estátua romana em bronze de São Manços, com a representação do ideal de Efebo, muito provavelmente executada numa oficina especializada, talvez de Roma, e transportada para adornar a villa romana no alentejo. Altura: 70cm Datação: I d.C. - II d.C. - Época Romano.


Fotografia de Frei Manuel do Cenáculo, Biblioteca Pública de Évora.
O Museu de Évora, que formalmente se constituiu com a Primeira República, mas que teve a sua origem nas colecções que Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), nomeado bispo de Beja em 1777 e indigitado arcebispo de Évora, em 1802, reuniu na Biblioteca Pública de Évora. Parte das colecções foram trazidas de Beja, onde fora bispo. Já no século XX, esses materiais são incorporados no Museu de Évora, juntando-se aos materiais arqueológicos recolhidos por André de Resende, Cunha Rivara, Filipe Simões ou Gabriel Pereira.
Actualmente esses materiais - estatuária e lapidária - podem ser vistos na nova área expositiva, um espaço subterâneo obtido com a recente remodelação do Museu.
Podem também ver-se os materiais provenientes da Anta Grande do Zambujeiro (de escavações dos anos 60) e do Castelo da Lousa (Mourão), ou dos das escavações realizadas na Necrópole das casas (Redondo).
Exposta está também a célebre estátua de bronze de S. Manços, representando Efebo e datável dos séculos I d.C - II d.C.
Mas comecei a visita ao Museu pela herança romana, entrando de costas para o templo imperial e forum , e, no interior do Museu, veja os vestígios dessa enorme praça pública romana e os restos de uma necrópole.
Olhei com atenção os vidros; a escultura de Ceres; os fragmentos arquitectónicos e a belíssima escultura, cuja transparência marmórea parece não ser possível de alcançar, onde parei novamente comovida.
Perdi-me por ali ... que o restante para a próxima ficará, não esquecendo que os vestígios da praça pública romana se encontram no subsolo do museu.
E, claro está, estive no Colégio do Espírito Santo, porque a vida novamente lá me levou.
Relembrei-se que a Universidade de Évora, fundada em 1559 pelo Cardeal D. Henrique, futuro Rei de Portugal, a partir do Colégio do Espírito Santo, foi criada por bula do Papa Paulo IV, como Universidade do Espírito Santo e entregue à Companhia de Jesus, que a dirigiu durante dois séculos.
Em 1759 foi encerrada por ordem do Marquês do Pombal, aquando da expulsão dos Jesuítas.
Após a criação, em 1973, do Instituto Universitário de Évora que aí se instalou, deu origem depois da sua extinção, em 1979, à nova Universidade de Évora.
A Igreja do Espírito Santo, matriz de muitas das Igrejas que os Jesuítas construíram pelo mundo, estava aberta e lá dentro ecoavam coros.
Depois, fui à antiga Praça Grande, hoje a Praça do Giraldo, fazendo jus ao "Sem Pavor" que dali expulsou a moirama. Essa Praça do Giraldo onde há uma das mais belas fontes de Portugal e, debaixo da arcaria fresca. E foi na arcaria fresca que fiquei a ver as pessoas passar. À esquina com a 5 de Outubro, entrei na Nazaré e vi que, não muito longe, ainda Évora anuncia a morte dos seus.
Depois, fui à antiga Praça Grande, hoje a Praça do Giraldo, fazendo jus ao "Sem Pavor" que dali expulsou a moirama. Essa Praça do Giraldo onde há uma das mais belas fontes de Portugal e, debaixo da arcaria fresca. E foi na arcaria fresca que fiquei a ver as pessoas passar. À esquina com a 5 de Outubro, entrei na Nazaré e vi que, não muito longe, ainda Évora anuncia a morte dos seus.
Virando-me no outro sentido, rendi-me à monumental Igreja de S. Antão, ou Igreja Paroquial, e fui devagar espreitar a rua que lhe é adjacente, parando para almoçar no restaurante com o mesmo nome.

Depois desci, rumando a S. Francisco e à célebre "Capela dos Ossos" que nos confronta com a morte e o sentido da vida.
Bem perto estão alguns restos que românticos disseram ser do Palácio de D. Manuel, recriando-lhe formas e sentidos. E fui ao mercado, onde, aí sim, residem os vestígios do que poderia ter sido o paço de D. Manuel.
Não pude ir, para lá da Cerca, visitar os Conventos que se instalaram em Évora, quer a Cartuxa, onde ainda hoje impera o silêncio, quer os que o tempo transformou em lugares de lazer e de estar, como é o caso do Convento hieronimita de Santa Maria do Espinheiro, datado do século XV, e que, ao que diz a lenda deve a sua localização e nome à aparição da Virgem Maria sobre um espinheiro, por volta do ano 1400.
Também ali, em 1520, se ergueu a capela tumular de Garcia de Resende em terrenos pertencentes ao mosteiro.
Nem pude rever ainda ver a grandeza do mosteiro de S. Bento de Cástris que como há tanto se esperava, se transformou em lugar de cultura.
Évora, é, sim, bela, de uma beleza quase esmagadora. Regressar-lhe-ei sempre que puder.



(Imagem da Capela de André de Resende obtida no site do IPPAR/IGESPAR)


Na próximna viagem, irei revisitar o Convento de Bom Jesus de Valverde, cuja quinta ainda nos remete à meditação de frades Capuchos e que hoje é um pólo da Universidade de Évora
Relembrar os seus sistemas hidraúlicos, muros, capelas e a bela Igreja do convento, cuja origem remonta à construção do mesmo, mandado edificar pelo Cardeal D. Henrique.
Recomendo que de Évora traga, se ainda não os tem, quatro belos livros de companhia: Das Cercas dos Conventos Capuchos, de António Manuel Xavier e Tectos Barrocos em Évora de Magno Moraes Mello, editados pelo Centro de História de Arte da Universidade de Évora e também «Objectos Melancólicos. Évora» de Carmen Almeida, não esquecendo essa obra-prima «Évora, Património da Humanidade», com fotografias de Eduardo Gageiro e texto de José Saramago.

Na próximna viagem, irei revisitar o Convento de Bom Jesus de Valverde, cuja quinta ainda nos remete à meditação de frades Capuchos e que hoje é um pólo da Universidade de Évora
Relembrar os seus sistemas hidraúlicos, muros, capelas e a bela Igreja do convento, cuja origem remonta à construção do mesmo, mandado edificar pelo Cardeal D. Henrique.
Mas sei que, em breve, em 2027, muitos mais textos e eventos farão a grandeza de Évora ainda tornar-se maior.

Para mais informação geral sobre Évora, recomendo a consulta de : www2.cm-evora.pt www.ippar.pt www.cultura-alentejo.pt

Para mais informação geral sobre Évora, recomendo a consulta de : www2.cm-evora.pt www.ippar.pt www.cultura-alentejo.pt
Fotografia de Luís Brás
Museu de Évora: 266 702 604
Templo de Évora:
Cronologia - A partir de: |
| Séc. 1 - edificação durante a época de Augusto (HAUSCHILD: 1988); Séc. 2 / Séc. 3 - edificação, segundo a cronologia tradicionalmente aceite, empreendida no quadro de uma campanha radical de redefinição urbana da cidade, quando o culto e o estatuto imperial lhe imposeram a distinção do espaço da cidadela, que um pesado muro granítico passa a cingir (070513040); Séc. 5 - destruído durante as invasões bárbaras; Séc. 14 - teria servido de casa-forte ao castelo da vila; Fernão Lopes refere-o como açougue; 1467 - carta de D. Afonso V autorizando Sueiro Mendes a retirar pedras dos açougues; Séc. 16 - representado no Foral manuelino de Évora; difunde-se antiga tradição que atribui a fundação do templo a Sertório (paladinos da fundação sertoriana André de Resende e Mendes de Vasconcelos); Séc. 17 - o Padre Manuel Fialho cria a lenda do Templo de Diana; 1789 - James Murphy concebe reconstituição iconográfica do templo; Séc. 19 - mantem ainda os merlões piramidais de tradição mudéjar - manuelina e as empenas cegas de onde apenas despontava a colunata; 1836 - deixa de funcionar como açougue; 1840 - Cunha Rivara, na qualidade de Director da Biblioteca Pública de Évora obtem a cedência dos edifícios da Inquisição, em tempos anexos à fachada N. do Templo e aos quais este se unia por passadiço, e que serão então demolidos desafrontando o monumento; inicia-se então aquela que será a primeira grande escavação arqueológica em Portugal, tendo-se descoberto os tanques dum primitivo aqueduto; 1863 - o tecto abate parcialmente e o edifício ameaça ruína; já destruídos em parte os tanques durante os trabalhos de embelezamento do largo; 1869 - Filipe Simões propõe a demolição urgente das estruturas medievais defendendo o repor da feição primitiva do templo; 1871 - a direcção da obra de restauração é entregue a José Cinatti que faz demolir os vestígios medievais preconizados por Filipe Simões e executa um programa de restauro integral idealista e romântico do templo; 1992, 01 junho - o imóvel é afeto ao Instituto Português do Património Arquitetónico, pelo Decreto-lei 106F/92, DR, 1.ª série A, n.º 126; 2011, 13 de Setembro - publicado no DR, nº 176, 2ª Série, Declaração de rectificação de anúncio n.º 281/2011, alterando o prazo para apresentação de propostas relativo ao concurso público Empreitada de Intervenção no Espaço Público da Acrópole de Évora e Área Envolvente - Acrópole XXI. Bibliografia sumária: BARATA. Maria Filomena. Alentejo. Esse lugar. Editora Lema d’Origem. 2020. BILOU, Francisco. “Testemunhos arqueológicos da via romana EBORA – SALACIA no concelho de Montemor-o-Novo”. Revista de Cultura Almansor. 14. Montemor-o-Novo, 2000: 5-16. BILOU, Francisco. Sistema Viário Antigo na Região de Évora. 2ª edição, Lisboa: Edições Colibri. 2005. BILOU, Francisco, A (re)fundação do Aqueduto da Água da Prata, em Évora 1533-37: Novos dados arqueológicos. Universidade de Évora. 2009. BILOU, Francisco. “Testemunhos arqueológicos da via romana Ebora-Salacia no concelho de Montemor-o-Novo”. Revista de Cultura Almansor. 14. Montemor-o-Novo, 2000. pp. 5-16. BILOU, Francisco. Sistema Viário Antigo na Região de Évora. 2ª edição, Lisboa: Edições Colibri. 2005. BORGES, A. M. M. - Évora: da Reconquista ao Século XVl. Alguns aspectos de desenvolvimento urbano e arquitectura. Universidade de Évora, Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Cientifica. 1988. 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HAUSCHILD, Theodor, "El templo romano de Évora", Cuadernos de arquitectura romana, vol.1, Instituto Arqueológico Alemán, Murcia. Lisboa, 1992, pp. 107 – 117. HAUSCHILD, Theodor, SARANTOPOULOS, Panagiotis, O Tanque de Água do Templo Romano de Évora, ( sep. de O Arqueólogo Português, série IV, vol. 13/15, Lisboa, 1995/97. pp. 429-440). HAUSCHILD, Theodor, 2010, Algumas observações nas construções do foro de Ebora Liberalitas Iulia. in Ciudadd y Fora na Lusitânia Romana. Mérida. LIMA, de Miguel Pedroso, Muralhas e Fortificações de Évora | Walls and Fortifications idioma: português, inglês. Argumentum, novembro de 2004. MELLO, Magno Moraes. Tectos Barrocos em Évora. Casa do Sul Editora. 2005 OLIVEIRA, Jorge de. “Levantamento Arqueológico dos Concelhos de Évora e Montemor-o-Novo”. Relatório técnico científico. Acessível nos Arquivos do DGPC, Lisboa. 1985. NAVARRETTE ORCERA, A. (2021). La Mitologia en los Palacios Portugueses Siglos XVI a XX. Mazu Press. PEREIRA, G. 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Para uma História da Alimentação no Alentejo. Assírio & Alvim. 1997. SARAMAGO, Alfredo e FIALHO, Manuel. Cozinha Alentejana. Assírio & Alvim. 1998 SARAMAGO, Alfredo, FIALHO, Manuel. Doçaria dos Conventos de Portugal. Assírio & Alvim 1997 SARANTOPOULOS, P. O Templo e as Termas. Dois edíficios públicos da Evora romana. Contributos para uma recuperação e valorização integrada. Évora: Universidade de Évora. Dissertação de mestrado em Recuperação do Património Arquitectonico e Paisagístico. Évora. 1998. SARANTOPOULOS, P. A "natatio" dos banhos públicos romanos «A Cidade de Évora», II Série, nº1, 1994-1995 https://www.academia.edu/.../A_natatio_dos_banhos_p%C3... SILVA, António, A "Restauração" do Templo Romano de Évora, A Cidade de Évora, Série II, nº1, Boletim de Cultura da Câmara Municipal. 1995. pp. 63-71. TEICHNER, Félix. "Escavações no templo romano de Évora: acerca da relevância de uma série de moedas", Nummus, S.2, vol. 14-15, Porto, 1992. pp. 53-66. TEICHNER, F. 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Casa do Sul Editora e Centro de História da Arte da Universidade de Évora, Évora, 2004. ISBN: 972-8661-19-3. |





