quinta-feira, 15 de maio de 2008

A labareda imperial





















Susana, que bom ler-te. E que bom reencontar-te assim.
A falar da árvore da Eternidade, como para mim são as pedras daquele lugar.

Uma vez, já há algum tempo, lá plantei uma oliveira.
Não tem crescido bem, porque as ovelhas que estão nas tuas fotografias não a têm deixado medrar. Coisas que só os deuses sabem o que querem dizer!
Mas há dois zambujeiros que, virada ao templo, orando ao Sagrado que por Miróbriga paira no ar, também plantei.
Esses sim, estão lindos e verdes.
Que a tua visita, o teu olhar que tão bem viu o Sítio, lhe tenha trazido também um pouco mais do Tempo que o Tempo dá.
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